Auditores da CGU conhecem o PMSB e gostaram do que viram

Os coordenadores do PMSB apresentaram o processo de elaboração do projeto a quatro auditores da CGU (Controladoria Geral da União) e a auditora Cendyi Aparecida Paes de Barros do Prado, chefe da auditoria da UFMT. A apresentação se deu visando esclarecer os auditores doks processos desenvolvidos ao longo de mais de dois anos, culminando na conclusão com sucesso do Convênio celebrado entre a Funasa, UFMT e governo do Estado, que dotou 109 municípios com menos de 50 mil habitantes dos seus Planos de Saneamento Básico concluído com a Conferência Municipal de Itaúba que completa as entregas dos planos para os municípios para que se tornem leis municipais e orientem as políticas públicas de saneamento.

Os auditores Damásio de Souza Pereira, Joel Pedro Werlang, Além Campos e Marcelo Gonçalves Amorin são os responsáveis pela fiscalização junto à Funasa e UFMT com a conclusão do convênio que envolveu em torno de 11 milhões de em dinheiro público. Além de reconhecerem que o modelo deu certo em Mato Grosso, eles realçaram que o aprendizado realizado aqui poderá servir, inclusive como subsídios para outros Esteados da União, uma vez que Mato Grosso passa a ser, praticamente o único estado a ter 100% dos municípios com os planos de Saneamento Básico concluídos com uma certa complexidade  e a um custo que chega a metade dos valores que se praticam no mercado.

Os coordenadores Eliana Rondon (geral), Paulo Modesto Filho (técnico) e Rubem Mauro (operacional), além de Nilton Hideki Takagi (gestor), em pouco mais de três horas apresentaram as ações desenvolvidas, desde a formação da equipe até a entrega de todos os produtos definidos pelo Termo de Referência da Funasa. Ele explicaram tanto a questão técnica, onde a UFMT funcionou como operador das decisões dos municípios, até a questão de mobilização para a percepção social e a necessidade de controle, terminando com a comunicação do projeto, principalmente em casos particulares de municípios que foram além da simples construção do PMSB.

O PMSB, que também contou com a parceria da Associação dos Municípios de Mato Grosso, envolveu diretamente 700 voluntários, numa rede de coordenações Executiva e Operacional, mobilizou cerca de 40 mil pessoas de todos os municípios, registrou  em torno de 400 mil km percorridos (40 vezes a distancia do Oiapoque ao Chuí, pontos extremos do Brasil) e deixou como legado maior o aprendizado da Engenharia Sanitária e do Instituto de Computação no desenvolvimento de um projeto desta magnitude, o maior que já foi realizado pela UFM.